Postado por Gustavo Mateus
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Invasão ao espaço público
Tem muitas pessoas que invadem o espaço público só pelo fato de terem dinheiro e acham que podem e também há pessoas que invadem o espaço público por falta de respeito como por exemplo estacionar o carro em cima da calçar,pichar paredes públicas escrevendo palavrões,arrancar flores de uma praça,jogar lixo na rua,estacionar o carro no meio da rua,ouvir musicas altas em uma determinada hora e etc.. Essas pessoas que fazem essas coisas são consideradas vândalos por não respeitar o espaço público e também praticar essas outras ações de vandalismo como pichar paredes publicas.As pessoas devem respeitar mais o espaço público.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Comparação entre Guerra dos Canudos e o Cangaço
Os dois possuiam diferenças e também semelhanças.As diferenças são que os cangaceiros eles eram muito violentos,não ficavam em locais fixos(nômades), sempre andavam em bandos e tinham o aspecto de roubar as pessoas para conseguir um pouco de comida,dinheiro entre outros.E a dos Canudos já não eram nômades,eram religiosos e não eram violentos e isso gerou paz entre eles.Suas semelhanças são que os dois movimentos foram no Nordeste(início do século XX) eles estavam em crise com muitas pessoas desempregadas,a seca que estava havendo,isso complicou mais as coisas,também as duas tinham o coronelismo aonde o coronel mandava em "tudo", ambas haviam a agricultura de subsistência ,criação de gado e comércio de madeira.
Postado por Gustavo Mateus
Postado por Gustavo Mateus
Cangaço
O cangaço foi um fenômeno ocorrido no Nordeste brasileiro no século XIX e nas primeiras décadas do século XX, que tem suas origens em questões sociais e fundiárias da região. Caracteriza-se por ações violentas de grupos ou indivíduos isolados, que assaltavam fazendas, seqüestravam os "coronéis" (grandes fazendeiros) e saqueavam comboios e armazéns. Os "bandoleiros" não tinham moradia fixa e viviam perambulando pelo sertão, praticando os crimes, fugindo se escondendo. O Cangaço pode ser dividido em três subgrupos: os que prestavam serviços esporádicos para os latifundiários; os "políticos", expressão de poder dos grandes fazendeiros; e os cangaceiros independentes, com características de banditismo. Os cangaceiros conheciam a caatinga e o território nordestino muito bem. Por isso, era difícil de serem capturados pelas autoridades. Eles conheciam as rotas de fuga em lugares de difícil acesso. Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", denominado o "Rei do Cangaço", atuou durante as décadas de 1920 e 1930 em praticamente todo Nordeste. Lampião foi morto em 28 de julho de 1938, na localidade de Angicos, em Sergipe, vítima de uma emboscada, juntamente com sua mulher, Maria Bonita. Fonte imagem: |
Postado por Gustavo Mateus
Canudos
O cenário era a Bahia do século XIX, quem governava o Brasil era Prudente de Morais. O Nordeste brasileiro serviu de palco para que ocorresse uma das mais significativas revoltas sociais da primeira República.
A rebelião conhecida como Guerra de Canudos deu-se em virtude da situação precária em que vivia a população, sem terra e obrigada a se submeter aos arroubos dos coronéis. As terras pertenciam aos grandes proprietários rurais – os conhecidos coronéis – que as transformaram em territórios improdutivos. Essa situação revoltou os sertanejos, que se uniram em torno de Antônio Conselheiro, o qual pregava ser um emissário de Deus vindo para abolir as desigualdades sociais e as perversidades da República, como a exigência de se pagar impostos, por exemplo.
Os moradores do arraial acreditavam ser ele um divino mestre, que já praticara até milagres. Antônio Conselheiro fundou o vilarejo denominado Canudos e os sertanejos e suas famílias para lá passaram a migrar. Vários fatores contribuíram para o desenvolvimento de Canudos. O clima seco castigava severamente a região, danificando o plantio de alimentos, secando os diques e matando os animais que não resistiam à falta de água. Os sertanejos também tentavam sobreviver, mas a cada ano milhares morriam de fome e sede. A maneira tão desumana de viver estimulava o surgimento de desordens e agitações sociais, transformando os camponeses em malfeitores que andavam em bandos pelos sertões do Nordeste, fortemente armados, apavorando as populações locais e invadindo as propriedades dos coronéis.
Antônio Conselheiro, entre outros devotos, propagava a salvação da alma e o povo tinha fé que seu messias os ajudariam a sair daquela situação precária. A igreja começou a perder seus fiéis para um falso religioso, na concepção do governo, e assim ele passou a ser malquisto pela Igreja. No ano de 1896, o arraial contava com mais ou menos 20 mil sertanejos que repartiam tudo entre si, negociando o excesso com as cidades vizinhas, adquirindo assim os bens e produtos que não eram gerados no local.
Os habitantes de Canudos precisavam se resguardar e decidiram então organizar milícias armadas, pois era de se esperar uma reação contrária da parte dos coronéis e da Igreja Católica. Enquanto a igreja perdia seus fiéis, os coronéis sentiam-se prejudicados com o constante deslocamento de mão-de-obra para Canudos, que prosperava a olhos vistos. A população abandonou a sociedade republicana convencional, que até então só a alimentara de falsas promessas, e partiu para na direção da nova sociedade que despontava. Mesmo sem nenhuma garantia, pois não havia falsas promessas, o que era mais honesto. Os padres e coronéis coagiram o governador da Bahia a tomar providências urgentes, eles queriam que o governo desse fim a Canudos. Os jornalistas e intelectuais também eram contra os moradores do arraial, pois entendiam que os mesmos desejavam a volta da monarquia, algo totalmente fora de propósito.
Fontes:http://www.infoescola.com/historia/guerra-de-canudos/
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=1280&bih=677&q=Canudos&gs_sm=e&gs_upl=32366l33316l0l33507l7l7l0l0l0l0l390l1460l3-4l4l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi
Postado por Gustavo Mateus
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Sociedade Democrática
Charge 1
Em uma sociedade Democrática devemos pensar juntos e discutir sobre os candidatos eleitos e analisar suas obras e seus planos durante seu cargo.Para que não aconteça que uma pessoa que não procurou saber sobre os candidatos eleitos e vote em qualquer um,devemos chama-la para comentar sobre os candidatos e aconselharem a votar naquele candidato que eles acham que seria melhor para ficar com o cargo(prefeito,presidente,deputado e etc..) e que ela não cometa um erro(venda de votos).
Charge 2
Em uma sociedade Democrática, há pessoas em que não sabem em quem votar por causa que não ligam em isso e só votam então é por isso que devemos sentar e discutir sobre seus candidatos.Quando a urna diz:"Tem certeza que vai votar neste candidato?" é porque a pessoa está votando em uma pessoa que talvez já foi eleita e não foi bom para o país,estado ou cidade porque não cumpriu com o que havia falado antes do resultado final.
Postado por Gustavo Mateus
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Lei Áurea e a Constituição de 1988
Lei Áurea
Por Antonio Gasparetto Junior
Lei Áurea determinou o fim da escravidão do Brasil em 13 de maio de 1888. Foi a culminação de um lento processo de aboliçãoque se iniciou no Brasil ainda em 1850.O trabalho escravo no Brasil durou muito tempo, tanto que foi o último país do continente americano a abolir o trabalho compulsório. Em razão disso, a pressão interna e externa era enorme para que o fim do regime escravista ocorresse. Durante praticamente todo o século XIX, intelectuais e políticos defendiam a liberdade para os negros.
A evolução das leis para extinguir o trabalho escravo no país foi muito lenta. Em 1850 foi promulgada a primeira lei de impacto sobre o trabalho compulsório.
A Constituição de 1988
Foi promulgada no dia 5 de outubro de Na nova constituição, a classe trabalhadora adquiriu vários direitos, como de licença maternidade para 120 dias, licença partenidade de 5 dias, redução da jornada de trabalho de 48 horas semanais para 44 horas , além de direito à greve, liberdade sindical, abono de férias de um terço do salário e o 13o salário para os aposentados.
Foram realizadas mudanças para a consolidação da democracia como o direito de voto aos analfabetos e facultativo aos jovens com idade entre 16 e 18 anos, as eleições que antes eram de apenas um turno com a nova constituição passa a ser de dois, para os candidatos ao cargo de presidente, governador e prefeito, no caso de prefeito ocorre segundo turno somente nas cidades que possuem mais de 200 mil eleitores, quando ocorrer de um dos candidatos alcançar 50% dos votos, e o mandato do presidente sofreu uma redução de 5 para 4 anos.
Entre outras alterações ficou definido o fim da censura familiar, com a implantação do divórcio e a inserção dos direitos da criança e adolescente. A prática do racismo antes tratada com displicência torna-se crime inafiançável com reclusão, os índios foram reconhecidos como cultura, e o governo ficou incumbido de definir as terras reservadas a eles, além de garantir a sua proteção e de suas riquezas.
Por Wagner De Cerqueira E Francisco
Minha Opinião
Bom,todos nós já sabemos que a Lei Áurea foi a abolição da escravidão, mas ela ainda não é respeitada por algumas pessoas que ainda escraviza pessoas para ganhar uma “graninha” a mais.A Lei Áurea foi implantada para ajudar, porque eles já tinham percebido que a mão-de-obra livre era melhor, mas mesmo assim ainda temos pessoas que não respeitam isso.A constituição de 1988 foi uma verdadeira vergonha para os brasileiros, porque tivemos que criar uma LEI para que as pessoas tenham respeito com o próximo,temos diferenças e cor, mas todos somos iguais, não é só porque eu sou branco ou você é negro eu tenho que achar que eu sou melhor que você.
Postado por Gustavo Mateus
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Escravidão no Brasil
A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.
Vale lembrar que o trabalho escravo não existe somente no meio rural, ocorre também nas áreas urbanas, nas cidades, porém em menor intensidade. O trabalho escravo urbano é de outra natureza. No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem na região metropolitana de São Paulo.
Minha Opinião
Para mim isso é um absurdo,porque essas pessoas ralam o dia inteiro para não ganhar nada,vivem para trabalhar e prestar serviço a outras pessoas e o que ganham é um pouco de comida para se “abastecerem” e voltar ao trabalho duro e tirando o fato de que alguns morrem porque se esforçam demais e acabam não aguentando.São tratados como bichos,mas bichos que fazem a vida do seu chefe ser boa porque sem eles o seu chefe também não ganha dinheiro.É como se o chefe dependesse dos escravos.
Postado por Gustavo Mateus
Bóias-Frias
O que são?
Nas entressafras os trabalhadores ficam sem trabalho e buscam serviço em outras regiões, dessa forma vivem migrando de uma região para outra. O fluxo desses trabalhadores fica entre os Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, atuando especialmente na colheita de cana-de-açúcar, algodão, café e laranja.
O boia-fria passa por muitos problemas em face das condições degradantes de trabalho; os trabalhadores, para obter maiores ganhos, sujeitam-se a um imenso esforço físico, muitos até morrem em razão disso. Segundo alguns fisiologistas, o corte de cana requer uma disponibilidade física igual à de um atleta de ponta, porém o trabalhador não possui tal preparo.
O boia-fria ou tassalariado rural é o trabalhador que, expulso do campo, vai constituir uma massa de trabalhadores temporários (volantes) residindo nas periferias urbanas. Migram de uma região agrícola para outra, acompanhando o ciclo produtivo das diversas culturas. São agricultores em diversas lavouras mas não possuem suas próprias terras. Podem ser considerados proletários rurais, reproduzindo as condições alienantes de produção capitalista no campo.
Fonte:Wikipédia
Condições de trabalho:
A carga horária varia entre dez e doze horas diárias e somente trinta minutos para o almoço e esse, como foi dito anteriormente, é consumido frio, no fim da tarde os trabalhadores são levados de volta para casa e no outro dia repetem a mesma rotina.
Nas entressafras os trabalhadores ficam sem trabalho e buscam serviço em outras regiões, dessa forma vivem migrando de uma região para outra. O fluxo desses trabalhadores fica entre os Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, atuando especialmente na colheita de cana-de-açúcar, algodão, café e laranja.
O boia-fria passa por muitos problemas em face das condições degradantes de trabalho; os trabalhadores, para obter maiores ganhos, sujeitam-se a um imenso esforço físico, muitos até morrem em razão disso. Segundo alguns fisiologistas, o corte de cana requer uma disponibilidade física igual à de um atleta de ponta, porém o trabalhador não possui tal preparo.
Postado por Gustavo Mateus
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
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